A direção do Inter e a do Conselho Deliberativo alteraram a data prevista para a votação da modalidade a ser escolhida para a sequência das reformas do Beira-Rio. Assim, a votação nominal no Conselho ocorrerá no dia 21 de março, e não mais no dia 15, como estava previsto anteriormente. A ideia é dar mais tempo para que os 343 conselheiros possam analisar as propostas. Nesta segunda-feira à noite ocorrerá a segunda sessão sobre o tema no Consleho. Um terceiro encontro para o esclarecimento de dúvidas sobre a possível parceria com a construtora Andrade Gutierrez acontecerá na terça-feira. Enquanto os conselheiros debatem qual a melhor modalidade a ser seguida, se através de parceria ou com o autofinanciamento, com o clube bancando a reforma, o presidente Giovanni Luigi tenta ganhar tempo junto à Fifa. Já pediu á entidade tempo para apresentar as garantias exigidas e, assim, não ter o estádio descredenciado para a Copa de 2014.
Caso o clube decida fazer sozinho as obras, precisará desembolsar pelo menos R$ 158 milhões (dos quais, R$ 53 já estão assegurados), correndo o risco de não obter este volume de dinheiro a tempo de reformar o estádio para a Copa e, assim, possivelmente, deixando de ser a sede do Mundial em Porto Alegre. Se a opção for pela parceria, a Andrade Gutierrez bancará a reforma, buscando dinheiro no BNDES, e ela custará R$ 290 milhões _ o Inter não terá que arcar com estes custos, mas 12% da capacidade de assentos do Beira-Rio, além do edifício-garagem e de lojas no entorno do estádio, serão explorados pela empresa por 20 anos.
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