Por características pessoais, Nei é um lateral que gosta de atacar. No entanto, com a chegada de Falcão, o jogador cada vez mais ficará recuado. Ao explicar como está executando a nova função, após o treino desta segunda-feira, o atleta foi categórico:
– Sou super tranquilo em relação a esquema tático. Tenho que me adequar ao o que o treinador pede. Eu apoio só na boa, tanto eu quanto o Kleber. O Andrezinho e o D'Alessandro ficam na nossa frente. Em uma eventual possibilidade, a gente passa (a linha de fundo). Para me segurar é complicado, sempre gosto de atacar.
Nei acredita que os jogadores ofensivos são os que mais se destacam no futebol brasileiro. Neste caso, não vê problemas em ser coadjuvante no time:
– Não me incomoda (ficar mais recuado). Eu prefiro que nem falem em mim. Deixem eu lá tranquilo fazendo meu trabalho. Prefiro que apareça o D'Alessandro, o Damião – exemplifica.
O lateral ainda espera que, caso apoie demais, o time ficaria desguarnecido na defesa.
– Quem manda é o Falcão. Lógico que gosto de apoiar, mas o esquema depende muito de mim e do Kleber. Se a gente sobe o tempo inteiro, vamos tomar lançamento nas costas – comenta.
Com Falcão, Nei e Kleber tem revezado as subidas ao ataque. Quando atacam, recebem cobertura dos volantes, no caso Bolatti ou Guiñazu.
– Sou super tranquilo em relação a esquema tático. Tenho que me adequar ao o que o treinador pede. Eu apoio só na boa, tanto eu quanto o Kleber. O Andrezinho e o D'Alessandro ficam na nossa frente. Em uma eventual possibilidade, a gente passa (a linha de fundo). Para me segurar é complicado, sempre gosto de atacar.
Nei acredita que os jogadores ofensivos são os que mais se destacam no futebol brasileiro. Neste caso, não vê problemas em ser coadjuvante no time:
– Não me incomoda (ficar mais recuado). Eu prefiro que nem falem em mim. Deixem eu lá tranquilo fazendo meu trabalho. Prefiro que apareça o D'Alessandro, o Damião – exemplifica.
O lateral ainda espera que, caso apoie demais, o time ficaria desguarnecido na defesa.
– Quem manda é o Falcão. Lógico que gosto de apoiar, mas o esquema depende muito de mim e do Kleber. Se a gente sobe o tempo inteiro, vamos tomar lançamento nas costas – comenta.
Com Falcão, Nei e Kleber tem revezado as subidas ao ataque. Quando atacam, recebem cobertura dos volantes, no caso Bolatti ou Guiñazu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário