Às 18h20min deste domingo, Zé Roberto se preparou para a cobrança de penalidade decisiva para o Inter no Gre-Nal decisivo do Gauchão. Fez o gol, fechando em 5 a 4 em favor do time de Falcão. E o grupo colorado foi a loucura em pleno Olímpico.
Tinha muita coisa em jogo. Não só um título do Gauchão. Para os jogadores, as críticas da imprensa estavam incomodando.
– Só a gente sabe o que a gente escutou. Não podia sair na rua. Não sinto nem por mim. Mas pela minha família que acabava escutando besteira – contou Nei.

A primeira ação do grupo foi correr em direção aos cerca de 2,3 mil colorados presentes no Olímpico. E houve até um certo exagero. Algo acima, de dentro de cada um, sem controle.
Talvez o símbolo de quem extravasou tenha sido Renan. Na frente da torcida, imitou o goleiro Kidiaba, pulando no chão. Durante a semana, havia foi noticiado que a equipe iria fazer preparação no Brasil.

Enquanto isso, o garoto Oscar se derramava em lágrimas. Não tinha vergonha de mostrar a emoção pelo primeiro título com a camisa vermelha.

D’Alessandro foi outro que correu com a taça na mão, enlouquecido, na frente da torcida gremista. Berrava, esperneava. Sabia que ficara devendo no Beira-Rio. Era a redenção do gringo.
– No Gre-Nal da semana passada acho que fiz bom primeiro tempo, mas depois me desliguei do jogo. Não consegui assumir a minha responsabilidade, mas nunca faltou raça. No Gre-Nal anterior fui p* para casa – revelou ainda dentro do gramado.

Índio pode ser usado como exemplo de superação. Muitos diziam que já tinha o clico encerrado no Inter. Aos 36 anos, mostrou mais uma vez que sabe disputar um Gre-Nal. Foi decisivo na marcação de jovens como Leandro e Viçosa.
– Escutamos muitas coisas. Eu só tenho a cada dia mostrar meu valor. Provar que, mesmo com 36 anos, não é a toa, que o clube ampliou o contrato por mais dois anos depois da conquista da Libertadores – desabafou, sério, ainda na sala de imprensa do Olímpico.

Bolívar, Andrezinho, Renan, Roberto Siegmann, Falcão, todo grupo. Todos estavam emocionados com o título na casa do arquirival. E ganharam forças para seguir trabalhando.
– Disseram que estávamos velhos, que nosso ciclo tinha passado. Mas nos últimos anos, ninguém conquistou mais do que a gente – finalizou Bolívar.
Tinha muita coisa em jogo. Não só um título do Gauchão. Para os jogadores, as críticas da imprensa estavam incomodando.
– Só a gente sabe o que a gente escutou. Não podia sair na rua. Não sinto nem por mim. Mas pela minha família que acabava escutando besteira – contou Nei.

A primeira ação do grupo foi correr em direção aos cerca de 2,3 mil colorados presentes no Olímpico. E houve até um certo exagero. Algo acima, de dentro de cada um, sem controle.
Talvez o símbolo de quem extravasou tenha sido Renan. Na frente da torcida, imitou o goleiro Kidiaba, pulando no chão. Durante a semana, havia foi noticiado que a equipe iria fazer preparação no Brasil.

Enquanto isso, o garoto Oscar se derramava em lágrimas. Não tinha vergonha de mostrar a emoção pelo primeiro título com a camisa vermelha.

D’Alessandro foi outro que correu com a taça na mão, enlouquecido, na frente da torcida gremista. Berrava, esperneava. Sabia que ficara devendo no Beira-Rio. Era a redenção do gringo.
– No Gre-Nal da semana passada acho que fiz bom primeiro tempo, mas depois me desliguei do jogo. Não consegui assumir a minha responsabilidade, mas nunca faltou raça. No Gre-Nal anterior fui p* para casa – revelou ainda dentro do gramado.

Índio pode ser usado como exemplo de superação. Muitos diziam que já tinha o clico encerrado no Inter. Aos 36 anos, mostrou mais uma vez que sabe disputar um Gre-Nal. Foi decisivo na marcação de jovens como Leandro e Viçosa.
– Escutamos muitas coisas. Eu só tenho a cada dia mostrar meu valor. Provar que, mesmo com 36 anos, não é a toa, que o clube ampliou o contrato por mais dois anos depois da conquista da Libertadores – desabafou, sério, ainda na sala de imprensa do Olímpico.

Bolívar, Andrezinho, Renan, Roberto Siegmann, Falcão, todo grupo. Todos estavam emocionados com o título na casa do arquirival. E ganharam forças para seguir trabalhando.
– Disseram que estávamos velhos, que nosso ciclo tinha passado. Mas nos últimos anos, ninguém conquistou mais do que a gente – finalizou Bolívar.
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