O portão mais parece um funil. É Clube do Bolinha mesmo. Só entram meninos bons de bola nas peneiras de futebol pelo Brasil afora. Os pais ficam do lado de fora sofrendo. Muitas dessas crianças não conseguem ser jogadores, já que ficam pelo meio do caminho. Certidão de nascimento numa das mãos e sorriso no rosto, os garotos não perdem a esperança.
Nenhum outro modelo seduz mais as crianças do que ganhar dinheiro jogando bola. De meiões e chuteiras, é assim que eles querem ficar por muitos anos. A posição é o que menos importa. Vale tudo para impressionar os técnicos avaliadores. Zagueiro alto é redundância obrigatória. Em geral, quem vai para a zaga é o mais grosso.

Zagueiro Índio cortou cana e foi vendedor na infância
No entanto, se o defensor for habilidoso também pode conquistar um espaço no coração do torcedor. Que o diga o zagueiro Índio, jogador que entrou em campo 277 vezes pelo Brasileirão. Mas nem sempre desfrutou da vida de ídolo.
- Eu tive que começar a trabalhar aos 9 anos de idade. Vender coxinha e sorvete para sustentar os meus familiares. Cortar cana até os 19 anos - lembrou o colorado.
Aliás, ele não era zagueiro na infância e foi parar lá trás por acaso.
- Na várzea, colocavam-me de ponta direita e de meia. Só que teve um treinador que, um dia, disse: "Vou colocar você de zagueiro" - afirmou o atleta.

Garotos passam por peneira na Bahia
Depois disso, você já sabe. Foram dez títulos no Inter, inclusive o Mundial de Clubes. Para Índio, o zagueiro não deve ser visto com um estraga-prazeres do futebol. Mas o fato de jogar lá trás, tem suas vantagens. Um gol marcado eventualmente é muito mais emocionante.
- Você imagina a felicidade de um atacante ao fazer um gol. Agora, imagina a de um zagueiro, naquele momento, a alegria que é - finalizou.
Nenhum outro modelo seduz mais as crianças do que ganhar dinheiro jogando bola. De meiões e chuteiras, é assim que eles querem ficar por muitos anos. A posição é o que menos importa. Vale tudo para impressionar os técnicos avaliadores. Zagueiro alto é redundância obrigatória. Em geral, quem vai para a zaga é o mais grosso.

Zagueiro Índio cortou cana e foi vendedor na infância
No entanto, se o defensor for habilidoso também pode conquistar um espaço no coração do torcedor. Que o diga o zagueiro Índio, jogador que entrou em campo 277 vezes pelo Brasileirão. Mas nem sempre desfrutou da vida de ídolo.
- Eu tive que começar a trabalhar aos 9 anos de idade. Vender coxinha e sorvete para sustentar os meus familiares. Cortar cana até os 19 anos - lembrou o colorado.
Aliás, ele não era zagueiro na infância e foi parar lá trás por acaso.
- Na várzea, colocavam-me de ponta direita e de meia. Só que teve um treinador que, um dia, disse: "Vou colocar você de zagueiro" - afirmou o atleta.

Garotos passam por peneira na Bahia
Depois disso, você já sabe. Foram dez títulos no Inter, inclusive o Mundial de Clubes. Para Índio, o zagueiro não deve ser visto com um estraga-prazeres do futebol. Mas o fato de jogar lá trás, tem suas vantagens. Um gol marcado eventualmente é muito mais emocionante.
- Você imagina a felicidade de um atacante ao fazer um gol. Agora, imagina a de um zagueiro, naquele momento, a alegria que é - finalizou.
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