Titular com Celso Roth e preterido por Falcão. Zé Roberto saiu do esquecimento para ser protagonista no Gre-Nal 387. Foi o diferencial, jogador que decretou a virada do Inter por 3 a 2 sobre o Grêmio e levou a decisão aos pênaltis. Nas cobranças, marcou o gol do título do Gauchão.
Mas o jogador havia começado no banco. Falcão havia mudado o esquema de jogo para o clássico. Colocou o time em um tipo de 4-3-2-1, cometendo o erro de atuar com apenas um atacante. E o Inter só assistia ao Grêmio, que abria o placar com Lúcio. O treinador então sacou Juan e colocou Zé Roberto ao lado de Leandro Damião, e passava para o 4-4-2. Zé Roberto imprimiu velocidade ao time. Pela esquerda, armou a jogada para o gol de empate. Cruzou rasteiro e achou Damião. O centroavante se livrou de Rodolfo e bateu quase sem ângulo, deixando tudo igual. O Inter estava vivo.
Dos pés do jogador, saiu o gol da virada. Zé Roberto cobrou escanteio fechado. Rochemback afastou. Na sobra, Andrezinho bateu colocado, de chapa de pé, no canto esquerdo de Victor.
Na segunda etapa, continuou bem. Aos 27 minutos, recebeu bola na entrada da área, se livrou de Victor, mas foi derrubado. Pênalti, não desperdiçado por D’Alessandro.
Quando a partida estava 3 a 2 para o Inter – Borges havia descontado – , Zé Roberto ainda desferiu um potente chute frontal, obrigando Victor a fazer excelente defesa.
Nas cobranças de pênaltis, estava 4 a 4. Adilson cobrou e Renan defendeu. Zé Roberto foi para a última batida. Chutou forte e venceu Victor. E o Inter se sagrava campeão do Gauchão 2011.
– Eu só queria uma chance de disputar a final – disse Zé Roberto.
Zé Roberto havia perdido espaço para jogadores como Ricardo Goulart e Andrezinho. Agora, volta a correr por espaço na equipe titular. É como um renascimento para o jogador.
– Com certeza. É como um recomeço – finalizou, um pouco antes de ingressar no ônibus do Inter, com a taça de craque da partida na mão.
Mas o jogador havia começado no banco. Falcão havia mudado o esquema de jogo para o clássico. Colocou o time em um tipo de 4-3-2-1, cometendo o erro de atuar com apenas um atacante. E o Inter só assistia ao Grêmio, que abria o placar com Lúcio. O treinador então sacou Juan e colocou Zé Roberto ao lado de Leandro Damião, e passava para o 4-4-2. Zé Roberto imprimiu velocidade ao time. Pela esquerda, armou a jogada para o gol de empate. Cruzou rasteiro e achou Damião. O centroavante se livrou de Rodolfo e bateu quase sem ângulo, deixando tudo igual. O Inter estava vivo.
Dos pés do jogador, saiu o gol da virada. Zé Roberto cobrou escanteio fechado. Rochemback afastou. Na sobra, Andrezinho bateu colocado, de chapa de pé, no canto esquerdo de Victor.
Na segunda etapa, continuou bem. Aos 27 minutos, recebeu bola na entrada da área, se livrou de Victor, mas foi derrubado. Pênalti, não desperdiçado por D’Alessandro.
Quando a partida estava 3 a 2 para o Inter – Borges havia descontado – , Zé Roberto ainda desferiu um potente chute frontal, obrigando Victor a fazer excelente defesa.
Nas cobranças de pênaltis, estava 4 a 4. Adilson cobrou e Renan defendeu. Zé Roberto foi para a última batida. Chutou forte e venceu Victor. E o Inter se sagrava campeão do Gauchão 2011.
– Eu só queria uma chance de disputar a final – disse Zé Roberto.
Zé Roberto havia perdido espaço para jogadores como Ricardo Goulart e Andrezinho. Agora, volta a correr por espaço na equipe titular. É como um renascimento para o jogador.
– Com certeza. É como um recomeço – finalizou, um pouco antes de ingressar no ônibus do Inter, com a taça de craque da partida na mão.
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